Quando menos é mais – artigo publicado na revista ConstruirMais

15

mar
2016
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Foi publicado na edição de outubro (Nº 39) da Revista ConstruirMais o artigo do diretor do Grupo Engeseg, Yuri Vaz, sobre a redução da carga horária de trabalho para 40 horas semanais. Confira na íntegra:

QUANDO MENOS É MAIS

No dia 11 de outubro de 1995, há 17 anos, o deputado Inácio Arruda (PCdoB-CE) apresentou ao Congresso Nacional o Projeto de Emenda Constitucional que reduz a carga horária de trabalho de quarenta e quatro horas para quarenta horas semanais com aumento de setenta e cinco por cento a remuneração de serviço extraordinário (PEC 231/1995), admitida no ano seguinte (1996) pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O Projeto, segundo o deputado Major Fábio (DEM-PB), tem por objetivo preservar e criar novos empregos de qualidade e possibilitar a construção de boas condições de vida. Entretanto trata-se de uma visão equivocada dos reais efeitos dessa emenda. O histórico de outros países tem nos mostrado que essa política tem efeitos devastadores na economia. Ela afeta diretamente os custos de produção, aumentando generalizadamente o preço de todos os produtos e diminuindo sensivelmente a capacidade aquisitiva do cidadão e o potencial competitivo do país.
Como na indústria da construção existem prazos a serem cumpridos, a hora trabalhada é fundamental para o bom andamento da obra. Com a redução de quarenta e quatro para quarenta horas, o empregador terá que, ou contratar mais funcionários ou pagar mais horas extras para manter sua capacidade produtiva, o que impactará diretamente no aumento de seus custos e automaticamente no aumento do valor do produto final. O desdobramento de aumento de custos não será sentido apenas pelos clientes vinculados a construção civil, ele afetará também os consumidores comuns.
O ex-ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, um dos que são a favor da redução, considera que esta medida gerará mais empregos. Em 2010, afirmou que “quarenta por cento dos países do mundo adotam média de quarenta horas semanais ou menos, e nem por isso diminuíram sua produção”. Para o ex-ministro, a economia brasileira está madura para assimilar essa mudança. Porém, esquece o senhor ex-ministro que as economias que tem atingido os aumentos de PIB mais elevados são as que têm as maiores jornadas. A China, por exemplo, país com um dos menores custos de mão de obra e elevadas taxas de crescimento, tem uma jornada semanal de trabalho maior que a brasileira. Hoje, da forma que está estruturada a relação trabalhista em nosso país, o Brasil tem perdido muito espaço para a concorrente asiática o que, com a aprovação da PEC 231, pode piorar.
A economia na França, onde essa jornada é de trinta e cinco horas semanais, está em colapso e o índice de desemprego bate na porta dos onze por cento. O país entrou em recessão com uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,2 por cento no primeiro trimestre do ano, depois de uma contração semelhante nos últimos três meses de 2012. Não que seja a jornada de trabalho reduzida que gere sozinha essa condição, mas que sem dúvida é ela uma das muitas condições negativas que agrupadas levam para o caminho do desequilíbrio.
Voltando a realidade brasileira, segundo o deputado o Marcelo Almeida (PMDB-PR), “a proposta vai elevar os custos fixos do emprego e onerar a admissão de novos trabalhadores. O resultado será inverso ao desejado. A PEC implicará, inevitavelmente, na elevação dos preços dos produtos, penalizando o próprio trabalhador como consumidor final. Querem dar com uma das mãos e tirar com a outra”. Os deputados André Zacharow (PMDB-PR) e Odilio Balbinoti (PMDB-PR) consideram essa PEC prejudicial às empresas. “Estamos numa hora de sacrifício em função da crise. É preciso buscar o aumento da produção. A redução da jornada não é oportuna. Ela vai asfixiar ainda mais o sistema produtivo”, avalia Zacharow.
O trabalhador brasileiro não anseia por uma menor jornada trabalhista, isso pode ser visto pela grande quantidade de pessoas que buscam oportunidades de trabalho em outros países, oportunidades onde a jornada, sem dúvida é bem superior a quarenta e quatro horas semanais. O que o brasileiro de fato busca é um poder maior de aquisição, e assim, ter acesso a melhores condições de saúde, educação, habitação, etc. É nessa necessidade que aqueles que fazem leis em nosso país deveriam focar sua atenção.

Yuri Vaz de Paula
É diretor da Subcomissão de Política e Relações Trabalhistas e Sindicais do Sinduscon-GO, diretor de Saúde e Segurança do Trabalho da Seconci-GO e diretor do Grupo Engeseg.

Engeseg na 1ª Etapa do Campeonato Goiano de Duathlon

15

mar
2016
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noticia_04112013090447Sábado, 06/10, foi realizado a 1ª Etapa do Campeonato Goiano de Duatlon na Ecovila Santa Branca e o Grupo Engeseg esteve representado pelo Hugo Rezende Linhares, Gerente Financeiro da empresa.
Com um circuito de 27,5 Km, sendo 7,5 de corrida e 20 de ciclismo, nosso atleta conquistou a 7ª colocação na categoria masculino de 30 a 34 anos e a 41ª colocação geral.
 
Veja a lista de classificação por idade: http://bit.ly/19oUhH7
 
Veja a lista de classificação geral: http://bit.ly/GRsxCS

Café da manhã no Residencial Reserva do Amazônia

15

mar
2016
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JpegNeste sábado, dia 7 de dezembro de 2013, ocorreu o Café da Manhã no Residencial Reserva do Amazônia para que clientes acompanhassem de perto a evolução das obras. Durante o evento foi informado sobre a valorização do empreendimento e a antecipação de entrega da primeira torre, fator positivo que mostra a competência da empresa em prestar um serviço diferenciado no mercado.    
Os clientes receberam kits com ecobag, chaveiro, caderno, bloco de anotações, caneta e calendários (mesa e parede) personalizados e puderam tirar todas suas dúvidas.

Um ano de comemorações

15

mar
2016
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É com muito orgulho que o Grupo Engeseg chega a mais um fim de ano e cheio de motivos para comemorar junto a você: parceiro, cliente ou colaborador. Por isso, gostaríamos de agradecer a confiança, apoio e investimento para que pudéssemos alcançar maiores conquistas e poder oferecer um serviço diferenciado.
Muito obrigado.
Feliz natal e um próspero ano novo!

 

A legalidade da qualificação na construção civil – Construir

15

mar
2016
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A revista especializada em construção civil, Construir Mais, conta em sua primeira edição de 2014 o artigo “A legalidade da qualificação na construção civil” de autoria do diretor Yuri Vaz de Paula.

Veja a na íntegra pelo link: http://bit.ly/1dJBs5v 

Ou leia abaixo:

 

 

 

 

A legalidade da qualificação na construção civil
Uma das grandes discussões atuais no Brasil tange o tema da terceirização do trabalho na construção civil. Diversos setores da economia admitem e gozam os benefícios que essa prática proporciona, entretanto o ramo da construção tem enfrentando muitos problemas. O Ministério Público do Trabalho (MPT) encampou uma batalha contra essa forma de contratação, principalmente em relação às grandes construtoras.
Para conhecer melhor esse cenário, devemos primeiro entender o Projeto de Lei (PL) de número 4330, proposto pelo Deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), em 2004. O PL 4330/2004 surgiu através de uma tendência de mercado que visa à especialização e garantia de emprego para os trabalhadores dos mais diversos setores da economia.
No caso da construção civil a terceirização se ajusta perfeitamente por garantir uma melhor segurança ao empregado que passa a ter um treinamento específico no que se referem questões técnicas e de segurança além de reduzir a rotatividade de trabalhadores, pois são ainda os cronogramas de obras, que até hoje definem grandes volumes de contratações e demissões que coincidem com inícios e términos de obras.
O trabalhador passa então a desempenhar a mesma função por longos períodos, podendo assim se qualificar, reduzindo sua exposição a riscos e aumentando a produtividade. Por outro lado a empresa que se propõe a esse fim passa a deter o know how do processo, com melhores condições de gerir questões administrativas, técnicas e de segurança.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) preocupada com questões adversas às citas acima, não focada no interesse do trabalhador, tem trabalhado contra a aprovação da lei, financiando campanhas a fim de impedir a votação e aprovação da lei. Ao contrário do que é colocada por essa Central, a construção civil “adota a terceirização não para precarizar salários, mas para elevar a produtividade e por questões administrativas”, segundo afirma o desembargador Ricardo Tadeu Marques da Fonseca, do TRT da 9ª Região.
O MPT ainda impõe muita resistência à terceirização talvez por não entender como funciona a construção civil. Haruo Ishikawa, vice-presidente de capital e trabalho do Sinduscon-SP relata que “hoje a subcontratação está em todas as etapas de uma obra. Na compra do terreno, quando a construtora precisa de um levantamento planialtimétrico, ela vai contratar uma empresa terceirizada que faça esse serviço. Isso também ocorre na etapa de projeto, sondagem, fundação, hidráulica, elétrica, alvenaria. É inverdade dizer que a subcontratação precariza a construção civil“.
Essa tem sido a evolução natural e mais assertiva, caso que já tem acontecido em diversos países desenvolvidos como Estados Unidos e Finlândia. A aprovação desse projeto de lei reduz o número de trabalhadores irregulares e rotativos, aumenta o número de contratados e garante a constituição e formalização de um serviço técnico especializado por gerar melhores condições de segurança e trabalho aos funcionários, aumentando a competitividade do setor e do país como um todo.Yuri Vaz de Paula
É diretor da Subcomissão de Política e Relações Trabalhistas e Sindicais do Sinduscon-GO, diretor de Saúde e Segurança do Trabalho do Seconci-GO e diretor do Grupo Engeseg.

 

Pisos Industriais

15

mar
2016
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Pisos Industriais
Atualmente, a Engeseg Engenharia inclui em seu escopo de atuação, além da incorporação, trabalhos em linhas industriais, principalmente pisos industriais e estruturas de concreto armado.Piso de concreto simples: normalmente usado em pavimentos rodoviários e urbanos. Neste tipo de pavimento, todos os esforços de tração gerados pela retração, variação térmica e pelo carregamento, são resistidos pelo concreto. Não há presença de armadura estrutural ou de combate à retração, podendo-se, entretanto, empregar dispositivos de transferência de carga, tais como barras de transferência ou barra de ligação.
Piso estruturalmente armado: neste tipo de piso, tira-se proveito da boa resistência à compressão do concreto associada à elevada resistência à tração do aço, o que resulta sempre em placas de menores espessuras em comparação aos pisos de concreto simples. As tensões de tração impostas pelo carregamento são resistidas integralmente pela armadura, sendo desconsiderada a resistência à tração do concreto.
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Piso de concreto reforçado com fibras de aço/macrofibras: o uso de fibras de aço/macrofibras no concreto possibilita o incremento da tenacidade deste material, representada pela energia necessária para conduzir a peça ao colapso, permitindo ao concreto maiores deformações antes da ruptura. Em peças estruturais, onde há possibilidade de redistribuição de esforços (plastificação), tais como lajes apoiadas sobre meio elástico, ou seja, radiers, pisos de concreto e pavimentos rígidos, as fibras de aço/macrofibras substituem as armaduras convencionais, tanto como função estrutural como função de combate à retração e controle de fissuração.
Piso de concreto protendido: consiste em um piso de concreto reforçado com armaduras de alta resistência (cordoalhas), tracionadas por macacos hidráulicos, cuja força é transferida à placa de concreto por intermédio das ancoragens posicionadas nas extremidades. Este processo reduz em até 80% a quantidade de juntas, comparado a outros processos. Por esta razão, este tipo de piso normalmente é utilizado em Centros de Distribuições (CD), onde o tráfego de empilhadeiras e paleteiras é muito intenso.
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Entrega Residencial Reserva do Amazônia – Torre Rio Juruá

15

mar
2016
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C O N V O C A Ç Ã O

 
            A SPE RESERVA DO AMAZÔNIA, no uso de suas atribuições vem através deste instrumento convocar todos os proprietários e promitentes compradores do Residencial Reserva do Amazônia – Torre Rio Juruá, sito à Rua Pocema com RuaTuxauá, Qd. 52, Lts. 04/08 e 16/22 Parque Amazônia – Goiânia-Go, para a Assembleia Geral Ordinária, a se realizar no dia 31 de março de 2014, no salão de festas do Residencial Reserva do Amazônia – Torre Rio Juruá, às 18:00 horas em primeira convocação com a presença mínima de 2/3 (dois terços) dos Condôminos e às 18:30 horas em segunda e última convocação, com qualquer número de Condôminos para tratar da seguinte pauta:
 
– Constituição de condomínio;
– Agendamento de entrega da área comum e apartamentos;
– Eleição do síndico e subsíndico;
– Eleição do conselho consultivo;
– Apresentação do valor e o vencimento do rateio inicial;
– Aprovação da individualização da água.
 
 
 
 
 
 

SPE RESERVA DO AMAZÔNIA

Time Engeseg

15

mar
2016
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O Grupo Engeseg, em parceria com diversas construtoras do ramo civil, tem realizado duelos amistosos de futebol.
Pela particição, gostaríamos de agradecer Construtora Moreira Ortence e a GPL Incorporadora e anunciar os próximos jogos agendados. Na quinta-feira, a partida é contra a OPUS Inteligência Construtiva, no clube dos oficiais. O confronto seguinte é contra a EBM Incorporações, com data e local a serem definidos posteriormente. Convidamos todos os parceiros interessados para reunir sua equipe e agendar um jogo contra a nossa. Lembrando que esses duelos servem como preparativo dos times para a disputa da copa Siduscon e a integração entre os parceiros.

 

 

 

 

 

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Reserva do Amazônia: entregue com oito meses de antecedência

15

mar
2016
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 Um dos maiores sonhos de uma família é comprar a casa própria e, quando ele é realizado, a alegria é evidente. Com esse clima, o Grupo Engeseg entregou na última sexta-feira, 25/04, a primeira torre do Residencial Reserva do Amazônia. Os proprietários dos apartamentos comemoraram essa conquista em uma festa oferecida pela incorporadora.

E os motivos para festejar eram vários: o empreendimento está localizado em um dos setores mais valorizados da capital. Localizado a cerca de 7 quilômetros do Centro, o Parque Amazônia tem 59 anos de história e, ao longo desse tempo, deixou de ser um bairro periférico para se tornar o mais promissor canteiro de obras residenciais de Goiânia.

Com 68 apartamentos, a torre Rio Juruá tem 17 pavimentos-tipo, subsolo, térreo, mezanino com salão de festas e área de lazer, que será entregue junto com as próximas duas torres. Os apartamentos de dois quartos têm 64m² e os de três quartos, 79m². A obra foi iniciada em julho de 2013 e, mesmo com a primeira etapa concluída, o ritmo ainda é acelerado. A torre Rio Solimões será entregue até novembro de 2015 e a torre Rio Madeira em junho de 2016.

Este é o segundo empreendimento fruto da parceria entre o Grupo Engeseg e a Florenzano. O primeiro foi o Residencial Flor do Cerrado, localizado no mesmo setor. Segundo o diretor-geral do Grupo Engeseg, “perceber a alegria dos proprietários é algo realizador, que faz valer todo o esforço da empresa para cumprir seus prazos e manter o padrão de qualidade”. Ele afirma ainda que novos empreendimentos virão em breve, atendendo à uma demanda do mercado.

A importância do Habite

14

mar
2016
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Quem comprou um imóvel novo deve tomar uma série de cuidados antes de se mudar. Além de observar detalhes da construção, como o acabamento, a pintura e o piso, é importante também ficar atento à documentação. E um dos pontos fundamentais dessa área é o Habite-se, um documento expedido pela prefeitura que garante as condições do empreendimento para receber moradores. Essa certificação comprova que todos os ítens previstos no projeto foram cumpridos e isso acaba facilitando, por exemplo, o financiamento do imóvel.

O Habite-se deve ser emitido tanto para prédios recém-construídos, como para aqueles que passaram por grandes reformas, já que sua função é atestar que o local pode ser ocupado. Um imóvel sem essa liberação perde valor no mercado, não pode ser registrado no Registro Geral de Imóveis e nem ser financiado em bancos. Além disso, se a pessoa se mudar para um apartamento sem Habite-se, estará sujeita à multa, devido ao fato do documento não ter sido liberado.

A solicitação do Habite-se deve ser feita logo após a obra e, se não houver divergências entre o projeto e a obra, ele é expedido em poucos dias. Foi o que aconteceu com a Torre Rio Juruá, do Residencial Reserva do Amazônia. Quatro dias após a entrega do empreendimento, a Prefeitura de Goiânia expediu a liberação. Agora, os moradores têm mais uma garantia da qualidade do Grupo Engeseg, que entregou a obra com oito meses de antecedência e cumpriu todo o projeto

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